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Perfil
Paraense de Belém, mas residindo em Gurupi, no Sul do Estado de Tocantins, desde 1983, Zacarias Martins, têm publicados seis livros de poesia: Transas do Coração (1978), O Poeta de Belém (1979), Poetar (1980), O Profeta da Felicidade (1984) Vox Versus (1986) e Pinga-Fogo (2004). Em 2008, publicou o seu primeiro livro de crônicas "Histórias da História de Gurupi", e que foi adotado para o vestibular do Centro Universitário UnirG, em 2009. Participa com trabalhos em várias antologias literárias. Jornalista, foi editor de Perfil (a primeira revista informativa do Tocantins - 1989) e correspondente de vários jornais, entre os quais, O Progresso (Araguaína - TO), Diário Tocantinense (Palmas - TO), O Jornal (Palmas), Cinco de Outubro (Goiânia-GO). Em Gurupi (TO), foi repórter da Folha do Tocantins, Gazeta Esportiva do Tocantins e A Notícia. É articulista do jornal Cocktail (de Gurupi), tendo participado de sua fundação em 1990 e até hoje mantém a coluna semanal Pinga-Fogo. Também foi editor do jornal Gazeta Araguaia (de Formoso do Araguaia - TO) e Assessor de Comunicação da Prefeitura Municipal de Gurupi. Atualmente é Diretor-Secretário da Associação Tocantinense de Crônistas Esportivos e Assessor de Imprensa do Hospital Regional de Gurupi. Também assina coluna nos sites Tocantins Notícia e Gurupi On Line, bem como mantém um blog no site da Revista Destak.
Integrou o primeiro colegiado do Conselho Estadual de Cultura de Tocantins (1989-1990). Em 1989 também participou da fundação da Academia Tocantinense de Letras, onde ocupa a Cadeira de nº 21. Na Associação de Artes de Gurupi, exerceu vários cargos na diretoria, sendo hoje (2010) Secretário-Executivo da Instituição. Também integrou o primeiro colegiado do Conselho Municipal de Cultura de Gurupi, sendo o eleito seu primeiro presidente (1999-2000). Ajudou a fundar a Academia Gurupiense de Letras, da qual é Secretário-Executivo e ocupa a cadeira de nº 12. É Membro Correspondente da Academia Brasileira de Poesia.
E-mail: zacamartins@gmail.com Caixa Postal 35 CEP: 77402-970 - Gurupi - TO
Escrito por Zacarias Martins às 16h12
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 Uma coletânea reunindo 15 de contos urbanos lançada em novembro do ano passado, ‘Os 5 Felizes’ , (Editora Paka-Tatu), a que tudo indica, veio à lume para consolidar o gênero conto na produção literária da escritora paraense Josette Lassance.
De acordo com a poeta e professora de literatura Karina Jucá, que assina o prefácio da obra, Josette assenta sua lente hiperbólica em cenários não decorativos, onde objetos podem ser, por exemplo, símbolos-fetiche: carros, um trem, um prédio, borboletas. Além do mais, outras imagens podem vir de lembranças reinventadas da infância, que se misturam à Memória de Belém do Pará, nostálgica, sempre áurea e decadente.
Um paradoxo arraigado no inconsciente coletivo da cidade. A cidade natal, no entanto, é vista da perspectiva do crítico e do voyeur, distante de regionalismos, visão que brinca com os estereótipos de cidade sentimental, de herança estética afrancesada (como o próprio nome de batismo da escritora), e até mesmo provoca escatologia (Enigmas Fotográficos, Noites de Marfim, A Última Chuva em Belém, respectivamente).
Conheci Josette quando ainda éramos ainda adolescentes e morávamos no Bairro do Marco, em Belém. Trocamos experiências poéticas e, juntos, promovemos a 1ª Chuva de Poesias do Pará, em 1979. Desde aquela época, ela já se mostrava uma escritora multifacetada e que por isso mesmo, teve grande influência na minha vida literária. E como diz Olga Savary: “Com a intensidade de sua esperança, Josette Lassance move-se entre a poesia e o conto. Tal intensidade projeta seu texto entre luz e sombra, entre choque e sedução…”
SOBRE A AUTORA Josette Lassance nasceu em Belém do Pará em 1962. Graduou-se em História e Artes Visuais, e é pós-graduada em Artes. Participou de várias publicações em revistas como: Fundo de Gaveta, Belém/PA (1982); Poesia do Grão Pará, Rio de Janeiro/RJ (2001); Carlegarius (2002); Revista Viva Vaia, Porto Alegre/RS (2003); Revista de Literatura Brasileira, Rio de Janeiro/RJ (2003); Pará Zero-Zero, Belém/PA (2004) entre outras. Nos últimos anos fez parte do Projeto Quarentena de Arte “Açúcar Invertido”, Funarte – RJ (2002); Projeto Circuito Amazônia Celular de Cultura (2003); 49ª Feira do Livro de Porto Alegre (2004). Possui publicados "Vida de Bruxa" – Poemas (1992) "Os Gatos Nus Passeiam sobre os Telhados Sujos" - Contos (1994) "Galeria dos Maus" – Poemas e Contos (1999), "Prazer Clandestino" (Cartões Fotográficos de Poesia 2001) "O Prédio" – Contos (2002).
ANTOLOGIAS - No Último Desejo a Carne é Fria – Coletânea com outros autores (Olga Savary, Israel Guttemberg, Carlos Correa 2007)). - Fundo de Gaveta, 1992. - Glóbulos Negros (III Concurso de Poesias – UFPa), 1995. - Del Secchi (Volumes V, VI e VII – RJ, 1996, 97, 98) - Di Letteratura Contemporânea Multilíngue Planetaria – Trento, Itália, 1997. - Estigmasia (Grupo Mosaico) – Marabá-PA, 1998. - Em versos (Vol.14 – Movimento Poético de SP), 1997. - Castro Alves (Prêmio de Edição) – RJ, 1998. - Dicionário Biobibliográfico de Escritores Brasileiros Contemporâneos – Terezina – PI, 1998. - Coletânea 4º Concurso de Literatura – Fundação Cultural de Canoas, RS, 1998. - 2º Encontro de Escritores – Roque Conzales, RS, 1999. - Dicionário das Mulheres – Porto Alegre, RS, 1999
PRÊMIOS 1º Lugar Concurso Literário “Chuva de Arte Amazônica”, Belém do Pará, 1981. 2º Lugar Prêmio Literário “II Concurso Internacional de Prosa e Verso de Ponta Grossa”, PR, 1999.
MENÇÕES HONROSAS Banpararte, Belém do Pará, 1989. VII Concurso de Contos de Jacarezinho, PR, 1992. Concurso de Contos da Paraíba, 1993. Concurso Nacional “Onde está o Poeta?”, Ed.Hebraica, RJ, 1993. 4º Concurso de Literatura Fundação Cultural de Canoas, RS, 1998. XII Concurso de Jacarezinho, PR, 1998.
Escrito por Zacarias Martins às 16h04
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Quem disse que Gurupi não tem histórias pra contar? Tem, sim, e muita. O que não falta na cidade é contador de histórias. Foi por isso que no ano passado publiquei o meu sétimo livro “Histórias da História de Gurupi”, reunindo uma seleção de crônicas sobre o cotidiano desta que é considerada a Capital da Amizade.
O curioso é que mesmo não tendo nascido aqui e, assim como muita gente que mora na cidade, passei a viver em estado de gurupiense, pois fiquei perdidamente apaixonado por esta cidade, com a qual, me identifico entre tantas e tantas emoções. Foi por essas e outra razões, não tanto por vaidade, mas sim, por orgulho, que tive a grata satisfação de ser informado que a Banca de Língua Portuguesa utilizará o meu livro na elaboração das provas do Processo Seletivo 2010-1, do Vestibular do Centro Universitário UnirG. Diante dessa informação, não perdi tempo. Já estou visitando cursinhos pré-vestibulares e escolas de segundo grau, fazendo palestras e discutindo com alunos e professores os vários aspectos desse meu trabalho literário. O livro custa R$ 20,00 o exemplar, já incluindas as despesas postais de envio via Correios. Para comprá-lo é só fazer depósito bancário em nome de: Zacarias Gomes Martins Banco: HSBC Ag. 0523 Conta-Corrente: 25388-09 Depois é só confirmar o depósito pelo e-mail: zacamartins@gmail.com. Também aceito remessas por Vale Postal. Meu endereço é: Caixa Postal 35 CEP: 77402-070 – Gurupi – TO
Escrito por Zacarias Martins às 06h57
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Em asembleia extraordinária realizada na noite de sábado passado, 26, no Centro Cultural Mauro Cunha, foi eleita a nova diretoria da Academia Gurupiense de Letras para o biênio 2010-2011, que ficou assim constituída. Ana Márcia Barros -foto- (presidente); João Gomes da Silva (vice-presidente); Zacarias Martins (secretário-executivo); J Ribamar dos Santos (tesoureiro) e Gil Correia (orador oficial). Como suplentes da diretoria ficaram Eliosmar Veloso e Paulo Henrique Costa Mattos. Também foram eleitos os integrantes do conselho fiscal, tendo como titulares os acadêmicos Ednéa Rezende, Maria de Jesus Souza Lima e Deusderes Alves Acácio. Na suplência ficaram José Maciel de Brito; Wita Maria da Luz Souza e Marcus Tullius Cícero Loureiro. Depois de conferidos os votos e declarada eleita a nova diretoria da AGL, foi realizada uma nova assembleia, desta feita, para preenchimento da cadeira 26 do quadro de membros efetivos, bem como uma vaga para membro correspondente. Concorrendo com o poeta Guimarães Lima, a escritora Marilde de Almeida Gomes foi eleita por unanimidade para ocupar esta cadeira. Já a poeta Suely Mota da Rocha, de Divinópolis do Tocantins, foi eleita membro correspondente da AGL. A posse dos eleitos se dará no dia 28 de novembro, quando a academia também estará comemorando dez anos de criação. PERFIS Ana Márcia Barros A presidente eleita da AGL, Ana Márcia Barros, é natural de Goiânia (GO), onde nasceu aos 18 dias do mês de outubro de 1965. Poeta e cronista, estreou oficialmente no mundo da literatura, em meados de 1998, quando participou da “Antologia Literária Internacional Del'Secchi”, organizada em Vassouras (RJ), por Roberto de Castro Del'Secch. Nesse mesmo ano, participou da “Antologia Mensageiro em Prosa & Verso”, publicada em Porto Alegre (RS), pelo editor Arthur Filho. Já em 1999, participou do livro “2º Encontro de Escritores”, publicado pela Livraria e Editora Borkc, da cidade gaúcha de São Luiz Gonzaga. Também nesse mesmo ano, teve trabalhos inseridos no primeiro volume da “Antologia Literária” da Universidade do Paraná - Unipar e no Anuário de Poetas e Escritores de Gurupi. É verbete no “Dicionário Biobibliográfico de Autores Brasileiros Contemporâneos”, publicado em 1997 em Teresina (PI), sob a organização de Adrião Neto, da Academia Piauiense de Letras. Também se encontra presente no “Endereçário Cultural”. publicado em Santa Catarina pelo ativista cultural Abel Pereira. Na Academia Gurupiense de Letras, ocupa a Cadeira de nº 05. Pertence ainda, a Academia Petropolitana de Poesia Raul de Leoni (RJ), Associação de Escritores do Amazonas, Casa do Poeta Belmiro Braga, de Juiz de Fora (MG), Casa do Poeta e do Escritor de Ribeiro Preto (SP) e o Congressol de Cultura Latina do Brasil. Integrou o Colégio Eleitoral do Prêmio Multicultural Estadão 2000. É autora do livro “Caminhos” (poesias), publicado em 2000.
Marilde de Almeida Gomes Nasceu em 07 de junho de 1948, no então povoado de Dueré, à época, Estado de Goiás, hoje, base territorial do Estado do Tocantins. Seus pais, Hermínio Gomes de Almeida e Roberta Luiza Bezerra, ambos já falecidos, foram pioneiros de Dueré, e muito contribuíram para a emancipação política e administrativa da cidade. Caixeiro viajante e depois garimpeiro, Hermínio Gomes de Almeida elegeu-se vereador e primeiro presidente da Câmara Municipal de Dueré. Também se tornou Juiz de Paz. Graduada em Letras pelo Centro Universitário Unirg, Marilde de Almeida Gomes é autora do livro “Quase todos: segredos de uma vida” (Ed. Kelps), publicado em 2008 e que reúne uma interessante seleção de crônicas autobiográficas. Suely Mota Rocha
Graduada em Normal Superior pela universidade Federal do Tocantins, Suely Mota da Rocha é natural de Estreito (MA), onde nasceu em 1970. Atualmente reside em Divinópolis do Tocantins, sendo professora da rede municipal de ensino e exerce a função de bibliotecária na Escola Municipal Isabel Carlos Wanderley, onde desenvolve o Projeto Paiol Literário de motivação ao hábito de ler entre a comunidade estudantil. É autora de dois livros de poesias: “Asas da Liberdade” (2006), que ganhou prefácio do escritor Dourival Santiago, da Academia Tocantinense de Letras, e “Semeando palavras colhendo poesias” (2008), ambos publicados pela Editora Kelps.
Escrito por Zacarias Martins às 11h31
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Concorrendo com mais de 700 trabalhos, o projeto “Barreiro - Fruticultura Doméstica em Miniaterro Sanitário Controlado”, desenvolvido pelo professor de Educação Ambiental, Lucrécio Filho, da Escola de Canuanã, da Fundação Bradesco, em Formoso do Araguaia, obteve o primeiro lugar na 4ª edição do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores Brasil, na categoria Inovação em Comunidade. O prêmio tinha ainda mais quatro categorias: Inovação em Conteúdo, Educador Inovador (Educação Básica) e Educador Inovador (Escolas Técnicas).
A cerimônia de premiação ocorreu no dia 25 de agosto, no Teatro Franco Zampari, em São Paulo, e contou com a participação do presidente da Microsoft Brasil, Michel Levy; do diretor de Educação da Instituição, Emílio Munaro; do presidente da Fundação Padre Anchieta, Paulo Markun e do professor Eduardo Chaves, que proferiu a palestra “Por que a tecnologia é tão importante para a educação?”; além de profissionais de renome no cenário educacional, instituições parceiras e convidados.
Tendo como alternativa solucionar de forma prática o problema do lixo nas propriedades da zona rural, onde vivem as famílias dos alunos de Canuanã, o projeto do professor Lucrécio foi realizado com alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e da 1ª à 3ª série do ensino médio e do curso técnico em Agropecuária. O projeto também despertou a atenção da comunidade do entorno da escola, que também foi envolvida na iniciativa.
Como premiação pelo projeto, o professor Lucrécio Filho recebeu um troféu, um notebook e ainda o direito de participar da etapa que ocorrerá nos dias 24 e 25 de setembro em Buenos Aires, Argentina. Caso o trabalho da Escola de Canuanã seja escolhido nesta etapa, conquistará o direito de ser apresentado no evento mundial do Microsoft Innovative Teachers Forum, que será realizado em novembro, em Salvador, na Bahia.
COLECIONANDO PREMIAÇÕES
Esta não é a primeira vez que a Escola de Canuanã da Fundação Bradesco vence um prêmio de repercussão internacional. Em 2007, por exemplo, a aluna Salomidh Pereira Passarinho, da terceira série do Ensino Médio do Curso Técnico em Agropecuária, e sua professora, a veterinária Jefferlene Silva de Almeida, ganharam uma viagem à Barcelona, na Espanha, por terem vencido o 50º Concurso Cientistas do Amanhã, com o projeto “Análise da ação cicatrizante da mangabeira em bovinos”. O concurso foi promovido pelo Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura.
Escrito por Zacarias Martins às 17h54
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 Na semana passada, encaminhei uma mensagem via e-mail para alguns amigos (e outros nem tanto), onde eu fazia um pedido no mínimo inusitado. Solicitei que escrevessem algo sobre minha pessoa. Expliquei, ainda, que não precisava ser nada extenso, mas que escrevessem tudo que lhe viessem à cabeça quando pensassem em mim. Para arrematar, avisei que se tratava de um pedido do meu psiquiatra, e que fizessem isso por mim até segunda-feira, quando iria novamente à consulta para levar os textos.
Diante das respostas recebidas, muitas vezes, não me continha em dar umas boas gargalhadas. Outras vezes, ficava surpreendido, principalmente, porque vivia a oportunidade de enxergar a mim mesmo com os olhos dos outros.
A cada instante eu era lembrado das minhas virtudes. Algumas, —confesso— sequer tinha consciência de que as possuía. Mas também houve quem me apontassem os defeitos que, de agora em diante, vou tentar bani-los de minha vida, se é que isso é possível, já que sou um ser humano e, como tal, também sujeito as imperfeições. Mas uma coisa é certa: procurarei ser uma pessoa bem melhor.
O curioso é que teve quem viu na iniciativa, uma simples brincadeira minha ( o que realmente é verdade). Outros pensaram tratar-se de mais um vírus desses que infernizam a vida de quem navega pela internet. A maioria externou sua preocupação com o meu “estado de saúde”, devido a minha vida atribulada nos últimos tempos.
Uma jornalista amiga escreveu: “—Você nunca me deixou sem resposta, mesmo que fosse pra dizer que não iria poder me ajudar. Você sabe que é especial e meu braço direito, minha melhor fonte e o primeiro nome do qual me lembro nos momentos de aperto aqui na redação. Você continua em um espaço terno e cheio de carinho em meu coração”.
A preocupação de alguns amigos foi tanta que em uma das mensagens recebida dizia o seguinte: “—Pense em Deus, na sua família. Pense nos seus amigos que lhe querem bem. Lembre-se, você é imortal de Academia de Letras, mas não é imorrível. Por isso, antes de apertar o gatilho, conte até dez..."
Ilustração: Abel Costa
Escrito por Zacarias Martins às 07h22
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 O projeto “Barreiro - Fruticultura Doméstica em Miniaterro Sanitário Controlado”, desenvolvido pelo professor de Educação Ambiental, Lucrécio Filho, da Escola de Canuanã, da Fundação Bradesco, em Formoso do Araguaia, está entre os três finalistas, na categoria Educador Inovador, do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores e participará de um evento, no dia 25 de agosto, em São Paulo.
“O objetivo com desta premiação é incentivar o desenvolvimento de projetos para melhoria do processo de aprendizagem, promover a troca de experiências entre educadores, criar referências no uso inovador da tecnologia e valorizar as escolas públicas de ensino fundamental e médio", afirma Ana Teresa Ralston, gerente de programas educacionais da Microsoft Brasil.
Para que o projeto seja vencedor e possa representar o Brasil na etapa regional do Prêmio, haverá uma nova votação popular, no período de 18 a 25 de agosto, no site http://www.educadoresinovadores.com.br
"Ao se identificar e divulgar os melhores projetos e práticas de envolvimento tecnológico no ensino-aprendizagem e na gestão escolar, o resultado é a criação de referências para outras escolas" diz a supervisora de marketing da Microsoft Brasil, Adriana Pettengill. Um ganho para a educação no Brasil que, ao que tudo indica, está em destaque pela qualidade e realização de premiáveis projetos resultantes dos programas educacionais da Microsoft.
A direção da escola, professores e alunos, além de outros parceiros, estão se mobilizando para carrear uma quantidade expressiva de votos e garantir a premiação desse projeto, vez que neste certame, Canuanã está representando o Tocantins.
Escrito por Zacarias Martins às 14h48
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Durante a década de 1960, na extinta TV Excelsior de São Paulo, um programa chamava a atenção dos telespectadores de todo o Brasil: era o Telecatch, dedicado à exibição de combates de luta livre que combinavam encenação teatral e circo, tendo alcançado o auge do sucesso, com a presença do herói Ted Boy Marino.
De lá para cá muita coisa mudou na televisão brasileira, mas percebe-se, claramente, que a essência contida no sensacionalismo daqueles anos idos continua a mesma, com algumas repaginações para dar o ar de “modernidade”, naturalmente.
Em todos os Estados do Brasil, vê-se que na busca de audiência fácil e, mais ainda, de aumentar o número de anunciantes, certos apresentadores de programas televisivos sensacionalistas, sem nenhum pudor, se vestem de paladinos da justiça e defensores dos pobres e oprimidos para tirar algum tipo de proveito próprio.
O alvo preferido desses apresentadores tem sido aquela população com pouca ou nenhuma instrução escolar, principalmente, pessoas que vivem em situação de fragilidade social e que por isso mesmo, se tornam presas fáceis desses manipuladores da opinião pública, ainda mais, quando se tem à mão, um poderoso veículo de comunicação de massa, como é o caso de uma emissora de televisão.
A própria história recente da política brasileira tem registrado nos seus anais o aparecimento de políticos que se apresentam como “salvadores da pátria”, na busca de conquistar a confiança do eleitor e tirar proveito próprio de um cargo público.
Por isso mesmo, as pessoas esclarecidas e de bom senso de Gurupi, estão vendo como salutar o embate que está sendo travado na telinha por dois apresentadores de programas locais.
De ambas as partes há uma disposição herculínea de torna pública as mazelas do outro. Nunca, na televisão gurupiense assistiu-se a um Telecatch como esse.
Apesar do uso constante do controle remoto da TV para, a todo o momento, trocar de canal e não perder os detalhes sobre o que um está dizendo do outro, o embate é interessante. Além disso, é grande o interesse do telespectador gurupiense para saber quem vai a nocaute. É esperar para ver.
Escrito por Zacarias Martins às 07h35
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 Idealizado como uma estratégia de transformação dos serviços e práticas de atenção aos usuários do SUS – Sistema único de Saúde no Tocantins, o projeto “Sou Doutor em Atendimento”, está sendo implantado no HRG – Hospital Regional de Gurupi.
A iniciativa da Sesau - Secretaria de Estado da Saúde. Durante esta semana, todos os servidores do HRG participam de capacitação que tem o objetivo sensibiliza-los para a necessidade da melhoria na qualidade do atendimento e acolhimento aos usuários do SUS.
A capacitação é coordenada pelo Diretor de Gestão do Trabalho da Sesau, Kleber de Oliveira, ressaltando que a iniciativa faz parte de um amplo programa de humanização hospitalar determinada pelo secretário de Saúde, Eugênio Pacceli de Freitas Coelho, onde também serão contemplados todos os hospitais da rede estadual de saúde.
Escrito por Zacarias Martins às 07h33
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A Associação Roda Viva Empreendimentos Sociais cedeu uma sala para o funcionamento da sede da Associação de Incentivo aos Doadores de Sangue de Gurupi e Região. A sala fica numa das dependências de um prédio localizado na Rua Cinco, entre a Avenidas Rio Grande do Sul e Guanabara. Fundada em 16 de maio de 2007, a Associação de Incentivo aos Doadores de Sangue de Gurupi e Região é presidida por Ronaldo Lira Glória e tem por objetivo principal desenvolver parcerias com empresas privadas no sentido de e criar mecanismos que possibilitem de alguma forma beneficiar o doador voluntário de sangue e, ao mesmo tempo, desenvolver um conjunto de ações que permitam aumentar ainda mais a captação desse precioso líquido que salva vidas. De acordo com o presidente da Associação, Ronaldo Lira Glória, a obtenção de doadores voluntários e associados deve ser por motivação humanitária e por isso mesmo, depende muito do serviço que está sendo implementado pela instituição, ganhando importância maior, a partir de agora, graça ao apóio do governo municipal de Gurupi. Para Lira Glória, o trabalho que está sendo colocado em prática pela associação, visa aumentar o número de doadores espontâneos, tendo como estratégia a busca da fidelização dos doadores. “Com as parceria que estamos fazendo com as empresas, os nossos associados terão uma série de benefícios, o que certamente incentivará ainda mais a doação de sangue vária vezes por ano. Essas pessoas são o nosso público-alvo”, finalizou o presidente.
Escrito por Zacarias Martins às 16h27
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DE QUEM? É sofrível a falta de preparo e de criatividade de certo apresentador de um programa local que em qualquer matéria apresentada, insiste em repetir, por várias vezes, a frase “segundo informações...”. Outro dia, quando ele comentava uma matéria, contabilizei oito “segundo informações...”, isso, sem contar as reiteradas vezes de “segundo informações...”, também ditas por seu repórter. Afinal, são informações de quem???
ENTUSIASMO Os organizadores da Praia da Tartaruga, no vizinho município de Peixe, dizem, com certo entusiasmo, que o local é excelente para os banhistas, pois ali não têm piranhas, ao contrário do que ocorre nas praias que ficam na capital, Palmas.
CONTROVERSO No fim da semana passada, estive na Praia da Tartaruga e, curiosamente, não vi nenhuma tartaruga. Encontrei por lá várias espécies de peixes, peixinhos, peixões, algumas sereias e até baleias. Quanto às tais piranhas, bom... há controvérsias...
FUNÉREO Os preços praticados pelos comerciantes estabelecidos na Praia de Peixe estavam pela hora da morte. Teve menos prejuízo os precavidos, que levaram os comes & bebes de casa...
ENQUANTO ISSO...
O prefeito Zé Pequi, de Aliança do Tocantins, caprichou na infra-estrutura da Praia do Croá, que se transformou num lugar mais aprazível ainda, tendo atraído muitos turistas até de outros estados, que foram em busca de lazer aliado a sossego.
RISCADOS É de conhecimento público que Deus escreve certo por linhas tortas. No entanto, a gente precisa entender, pelo menos, um pouquinho do riscado divino.
ROMÂNTICO Querida, eu queria tanto a mala, mas esqueci na rodoviária de Gurupi.
Escrito por Zacarias Martins às 20h26
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Com cinco anos de estrada no universo da música gospel, os integrantes da ex-Banda S'seis, ressurgem agora com uma nova proposta musical e também com nova denominação, porém, com o mesmo propósito de louvar o nome do Deus Todo Poderoso, levando a palavra do Altíssimo em forma de música a todos os cantos.
Tendo em sua formação os músicos João Fernando (violão e vocal), Luziano (contrabaixo), Paulo Sérgio (bateria) e Wellington (guitarra e vocal), a agora, rebatizada Banda H2O Purificados, prepara o lançamento de seu primeiro CD “Inclinai os Ouvidos”, que acontece neste sábado, 11, a partir das 19h30, na 1ª Igreja do Evangelho Quadrangular de Gurupi, localizada na Avenida Guaporé, entre as ruas 14 e 15, do Setor Leste
O repertório é bastante animado, com músicas no estilo pop e pop-rock. Ao todo, são nove músicas inéditas, sendo sete composições da própria banda, e duas do tecladista Diomar Fontoura. O trabalho apresenta, ainda, dois corinhos bastante conhecidos no meio gospel que são: "Vem com Josué" e "Leão de Judá", com arranjos produzidos pela banda.
O CD “Inclinai os Ouvidos” foi gravado no estúdio da própria banda em Gurupi e remasterizado em Goiânia, na Bara Agência de Comunicação, do músico Zambelê. Após o lançamento em Gurupi, a Banda H2O Purificados, dará continuidade ao trabalho de divulgação em várias cidades do Tocantins.
SERVIÇO O quê? – Lançamento do CD “Inclinai os Ouvidos” De quem?- Banda H2O Purificados Onde? - 1ª Igreja do Evangelho Quadrangular de Gurupi - Avenida Guaporé, entre as ruas 14 e 15, do Setor Leste - Gurupi - TO.
Quando? - Sábado, dia 11, às 19h30 Preço do CD: R$ 10,00
Escrito por Zacarias Martins às 21h15
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Um amigo meu, dono de restaurante, me confidenciou que depois que o presidente do STF, ministro Gilmar Mendes comparou a profissão de jornalista com a de cozinheiro, está pensando seriamente em recrutar esses profissionais diplomados para trabalhar na cozinha de seu estabelecimento.
Convém lembrar que “cozinhar”, no jargão jornalístico, significa reescrever texto publicado em outro veículo.
No cardápio, que passará a ser chamado de “Pauta do Dia”, provavelmente constará de certos pratos exóticos, com nomes sugestivos, tais como: “Manchete Sensacionalista ao Molho Madeira”, “Peixe na Retranca”, “Frango ao Copidesque” e, para acompanhar, que tal um “Cocktail de Última Edição”?
Em substancioso artigo publicado no site Observatório da Imprensa, nesta semana, o jornalista Alberto Dines faz um desafio: Gilmar Mendes, mesmo com seu vasto saber jurídico, sua cultura, sua capacidade de expressar-se com tanta clareza e elegância como também seu conhecimento do idioma alemão, quem teria coragem de contrata-lo para dirigir um jornal?
Dines enfatiza ainda que jornalistas são treinados para a infindável tarefa de reescrever-se continuamente e que nas redações não há tempo para filosofar. Nem há tempo para olhar-se no espelho e reclamar.
Agora, além do fim da obrigatoriedade do diploma, os candidatos a jornalistas que se interessarem por passar pela faculdade terão que estudar mais. No Ministério da Educação, a comissão que analisa as mudanças nas diretrizes curriculares do curso vai propor um aumento da carga horária das atuais 2.700 horas-aula para 3.200 horas-aula. E tem mais: deverá voltar a permissão para a realização de estágio em redações, proibida desde a década de 70. E o curso de Jornalismo pode sair dos departamentos de Comunicação das universidades. Uma das idéias centrais da comissão é a necessidade de tirar o Jornalismo da área da Comunicação Social, passando a ter diretrizes independentes, mais focadas na área.
Nada contra a ilustre categoria dos profissionais de cozinha deste País, porém, graças a intérpretação equivocada do Douto Ministro Gilmar Mendes, de uma hora para outra, ficou-se sabendo que lugar de jornalista é na cozinha!
Escrito por Zacarias Martins às 16h30
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Um menestrel literário Para Zacarias Martins

Há anos conheci, com prazer, um andarilho... A todos que lhe procura não dar rabiçaca. Um escrevente cortante qual golpe de faca, Que faz as rimas sem usar nenhum trocadilho.
E rabisca tão simples sem sair do seu trilho. Ajustado num rumo similar a catraca. Seus escritos são belos tal qual curicaca, Ao mesmo tempo, fortes, similar um novilho.
Prá amparar um alguém não bota empecilho, necessitando servir confia até a bruaca. Na cultura local é a frondosa estaca,
que segura assente sem deixar estribilho. Para tempo vindouro preparou o seu filho. Estou descrevendo o pequeno grande Zaca.
Autor: Arimatéia Macêdo – www.arimateia.com
Escrito por Zacarias Martins às 16h18
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Foto: Cláudio Frascari 
A primeira vista, pode até parecer alarmismo, mas não é. A Avenida Goiás, em Gurupi, precisa urgentemente humanizar-se, já que a cada dia que passa o ser humano vem perdendo espaço para os veículos que trafegam ou que ali simplesmente estacionam preguiçosamente, ocupando vaga até mesmo, dos clientes.
Após árdua discussão em sala de aula sobre o tema em questão e tendo a orientação do professor Paulo Albuquerque, acadêmicos do sexto período do curso de Jornalismo do Centro Universitário Unirg, dentro da disciplina Projetos Experimentais I, aceitaram o desafio de realizar uma pesquisa de campo nessa que é a principal e mais problemática Avenida de Gurupi.
Pensou-se inicialmente saber o que as pessoas acham da falta de estacionamento e quais sugestões poderiam ser feitas ao poder público. Alguns minutos de diálogo franco mostraram que a turma queria mais. O espaço para estacionar carros e motos na Goiás, ou melhor, a falta dele, é só um dos problemas que a avenida enfrenta. Na verdade, a idéia é propor uma discussão ampla sobre as condições gerais da Goiás.
A pesquisa ouviu 450 pessoas, com abordagens feitas nos comércios e serviços instalados ao longo do trajeto compreendido entre as ruas 02 e 19. Foram entrevistadas, ainda, pessoas que estavam na avenida durante o trabalho de pesquisa e outros usuários.
Apesar de árduo, o trabalho foi muito interessante, pois deu oportunidade para aproximar os acadêmicos das pessoas e realizar uma tarefa muito importante para todo e qualquer estudante que se propõe a mudar o mundo por meio de pesquisa científica.
Chama ainda a atenção, o relato dos acadêmicos ao constatar que a população não tem muita prática em responder perguntas qualitativas, que, grosso modo, são formuladas para redefinir parâmetros sociais. E mais: o gurupiense não está acostumado a ser consultado, por isto, não sabe bem qual é o papel da pesquisa científica.
Curiosamente, grande parte das pessoas entrevistadas nessa pesquisa afirmou não saber exatamente o que significa “humanizar a Avenida Goiás”, mas todas concordam num ponto: é preciso que se façam mudanças urgentes para melhorar a questão do trânsito e do estacionamento naquela via pública.
Por derradeiro, vejo esta experiência dos acadêmicos bastante proveitosa, não só para eles próprios, mas também, para a cidade que pode se beneficiar de seus resultados. Iniciativas como essa, devem e podem acontecer com mais freqüência, principalmente, aproveitando-se o potencial dos acadêmicos que recebem o suporte do Centro Universitário UnirG para desenvolver trabalhos científicos em prol da Capital da Amizade.
Escrito por Zacarias Martins às 16h08
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